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Caixa renova patrocínio com confederações |
10-04-2008
Informe Sergipe
A Caixa Econômica Federal renovou o patrocínio esportivo com as confederações de Atletismo, Ginástica e Lutas Associadas, além do Comitê Paraolímpico Brasileiro. A continuidade faz parte do projeto da instituição de investir em esportes que promovam a inclusão social e que possibilitem a conquista de resultados que elevem o Brasil no cenário esportivo mundial.
Desde 2001, quando iniciou o apoio à Confederação de Atletismo,
a Caixa destinou aos esportes cerca de R$ 56 milhões somente em ação
de patrocínio. Com as renovações, o investimento chega
a R$ 78 milhões em 2008. Somado com o repasse das Loterias Caixa, o valor
ultrapassa R$ 500 milhões.
Além do patrocínio da Caixa, as Loterias Caixa repassam por meio
da Lei Agnelo-Piva 2% da arrecadação bruta de todas as apostas
ao Comitê Olímpico Brasileiro e ao Comitê Paraolímpico
Brasileiro. Do total de recursos repassados, 85% são destinados ao COB
e 15% ao CPB.
“O investimento previsto para 2008 gira em torno de R$ 38 milhões,
incluindo as confederações, o comitê paraolímpico,
as provas de rua de terceiros, circuitos próprios como a Corrida de Rua
e a Maratoninha, projetos sociais e especiais, eventos de oportunidade e ações
de ativação”, ressaltou o gerente de marketing esportivo,
André Luiz Lopes.
Patrocínio 2008 – Confederações e Comitê
CBAT – R$ 12.000.000,00
CBG – R$ 2.826.900,00
CBLA – R$ 500.000,00
CPB – R$ 6.394.800,00
Total – R$ 21.721.700,00
No caso do Atletismo, o investimento que começou com R$ 1,5 milhão
chega em 2008 aos R$ 12 milhões com um contrato de patrocínio
que se estenderá por mais um ciclo olímpico até 2012. “Hoje
temos um valor oito vezes maior. É uma prova de que a Caixa está
satisfeita com o retorno que proporcionamos”, comemora o presidente da
Confederação, Roberto Gesta de Melo.
Nos XV Jogos Pan-americanos Rio 2007, o atletismo brasileiro conquistou nove
medalhas de ouro, cinco de prata e nove de bronze. A melhor performance, até
então, era no Pan de Winnipeg, em 1999, com 16 medalhas no total, sendo
sete de ouro.
No ano de 2004, com os Jogos Paraolímpicos de Atenas, somou-se ao esporte
da Caixa o Comitê Paraolímpico Brasileiro. O apoio contribuiu principalmente
para o desenvolvimento qualitativo dos atletas, oportunizando treinamentos adequados
e competições relevantes, como também colaborando para
o aumento da participação de novos atletas e o interesse do público.
Na Grécia, a delegação paraolímpica brasileira conquistou
33 medalhas, sendo 14 de ouro, 12 de prata e sete de bronze. O número
elevou o Brasil à 14ª colocação geral (terceira das
Américas, atrás apenas de Canadá e Estados Unidos). Nos
III Jogos Parapan-americanos Rio 2007, o Brasil conquistou 228 medalhas, sendo
83 ouros, 68 pratas e 77 bronzes e um inédito primeiro lugar no quadro
geral de medalhas.
Em 2006 foi a vez da Confederação Brasileira de Ginástica.
O que começou apenas com a ginástica artística e um contrato
inicial até julho de 2007, estendeu-se para a ginástica rítmica
e de trampolim. No Pan do Rio, a ginástica brasileira superou as expectativas
e conquistou sete medalhas de ouro, num total de 16 pódios, com destaque
para as medalhas da ginástica artística, com Diego Hypolito e
Jade Barbosa.
Para 2008 o investimento na Ginástica vai abranger vários programas,
inclusive o Programa Caixa Centros de Excelência, contando com 18 centros.
Nesses espaços serão atendidas quase 3.000 crianças, num
trabalho de descoberta de jovens talentos e de inclusão social por intermédio
do esporte.
A última confederação a integrar a família esportiva
da Caixa foi a de Lutas Associadas. Chegando às vésperas do Pan
Rio 2007 com o valor de R$ 500 mil, a equipe terminou a competição
com a conquista de uma medalha de prata e duas de bronze. A renovação
do patrocínio garantiu a participação da seleção
de Lutas em mais competições seletivas para os Jogos de Pequim.
Também nas Lutas, em 2008 o investimento prevê trabalho de descoberta
de jovens talentos e de inclusão social por intermédio do esporte,
iniciando pelo centro de treinamento do Rio de Janeiro.